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Arquivo da categoria: policia

VARJOTENSE É CITADO EM NOTÍCIA DA INVASÃO AO FÓRUM DE GUARACIABA


Um empresário foi preso, na noite desta quinta-feira (27) em Guaraciaba do Norte, na região da Ibiapaba, acusado de tentar matar o juiz Magno Rocha Thé Mota. Segundo a polícia, Aldir Furtado Lopes tentou assassinar o magistrado, pois ele teria liberado um dos acusados de sequestrar os filhos do empresário no final do mês de dezembro. Inconformado com a decisão judicial, Aldir foi até o fórum da cidade com uma pistola e disparou contra os servidores do local. O acusado só parou de atirar quando soube que o juiz responsável pela liberação de um dos sequestradores não estava no fórum. O empresário fugiu em um carro. Houve perseguição, troca de tiros e ele foi preso em flagrante com uma espingarda e 12 cartuchos deflagrados.
O SEQUESTRO
De acordo com a polícia, Aldir teve a casa invadida no dia 28 de dezembro de 2011. Os acusados, Elias Balbino e RAIMUNDO FIRMINO NETO, roubaram joias, aparelhos eletrônicos, um carro e fizeram cinco pessoas reféns -, três filhos do empresário, um adolescente de 16 anos, a empregada doméstica e uma amiga da família. Após duas horas fazendo os jovens de reféns, os sequestradores soltaram-nos na cidade de Hidrolândia, a 251km de Fortaleza. Uma semana após o crime, a polícia conseguiu prender os sequestradores. Eles foram levados para a cadeia do município. Na última quarta-feira (25), o juiz teria assinado a liberdade provisória do acusado Elias Balbino.
Redação Jangadeiro Online, com informações da polícia de Guaraciaba do Norte
DO ROBERTO LIRA NOTÍCIAS: A verdade sempre tem que ser falada. Este Raimundo Firmino Neto, infelizmente é varjotense e tem como endereço o bairro Acampamento. Ele está preso em Guaraciaba do Norte e já responde por acusação de outros crimes como furtos em Varjota. Recentemente, o comandante da PM de Varjota, Sargento B Sousa, o Linha Dura, nos informou que recebeu informações anônimas dando conta de que Raimundo Firmino teria uma lista de pessoas para matar. Já o radialista Roberto Lira, de Varjota, através de ligações anônimas, foi informado de que um dos nomes da lista seria o próprio radialista, por noticiar os crimes praticados pelo acusado. Isso precisa ser apurado. Em breve mais detalhes exclusivos deste caso que envolve Raimundo Firmino.
 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2012 em policia

 

Exemplo de vida, ex-morador de rua torna se oficial da PM

José Gonçalves da Silva definiu seu nome aos 18 anos. Antes, era somente o Já Morreu, Zé Gobira. Menino de rua, tornou-se PM e trabalha no Colégio da Polícia Militar

Quando saiu da casa, do calor da cama, o menino sabia apenas que se chamava José. Passou a ser, da porta para fora, o Já Morreu, o Zé Gobira, o Zé do Pioí. Do caminho de 15 quilômetros que fez, no início dos anos 1960, do distrito Baixio das Palmeiras para a sede do município, no Crato (a 504 quilômetros de Fortaleza), deixou para trás o quase nada que tinha. Levou apenas a roupa do corpo e a vontade de ter uma vida melhor. Mas tinha pouca consciência disso.


Queria mesmo era fugir das maldades da nova mulher do pai. No entanto, descobriu, da pior forma, que ao fim dos gracejos de criança, o menino não tinha mais a coberta de taipa da casa. E pedia guarita na igreja e no cemitério. Sem medo, porque era menino criado no “mei” do mato.


Os caminhos levaram José rumo à fome e às humilhações. Resolveu trilhar o mais difícil: foi engraxate, gari, limpador de carros. “Mais fácil era ter ido pro lado errado”, diz. Aos 18 anos, resolveu tirar um documento e se descobriu José Gonçalves da Silva.
CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA


Anos depois, cujo percurso você descobre na entrevista que segue, o José torna-se Tenente Silva e faz o caminho de volta. Do Crato para o Baixio das Palmeiras. Na volta, leva o coturno, a farda e o orgulho de ter se tornado o coordenador disciplinar do Colégio da Polícia Militar. “Não posso dizer que sou um vencedor. Ainda estou vencendo”. 


O POVO – O senhor fugiu de casa aos 7 anos. Mas antes disso, quais são as primeiras lembranças que guarda da infância?Tenente José Gonçalves da Silva – Eu morava num distrito chamado Baixio das Palmeiras, no Crato. Comecei a trabalhar muito cedo. Mas a brincadeira melhor que eu gostava era de correr com um cavalo de pau, pulada de açude, correr de jumento. E correr nos fundos da vida, sem destino, por aventura, para ver qual menino chegava mais rápido. O meu pai era agricultor. Nós éramos 12 irmãos, seis por parte de pai, três por parte de mãe e três por parte de pai e mãe. Os dois já eram viúvos.



OP – Por que resolveu fugir?Tenente Silva – Minha mãe morreu primeiro. Aí meu pai casou de novo. E minha madrasta não se dava bem com a gente, porque via filho do meu pai, filho da minha mãe, filho dos dois e ela sem ter nenhum. Aí ela achava que podia mandar nas duas famílias. Nós ficamos revoltados. Meu pai dizia uma coisa, ela mandava fazer outra e ninguém sabia a quem atender. E aí fomos nos desgastando e um dia eu abandonei sozinho a casa, aos 7 anos. Vim a pé pro Crato. São 15 quilômetros, quatro horas a pé. Fazia um sol desgraçado. Saí de manhã cedinho. O meu pai foi atrás de mim e eu me escondi, para não voltar, porque eu não queria dizer a ele o motivo de eu ter fugido. Eu tinha medo de apanhar.



OP – E o senhor ficou ao relento, morando nas ruas do Crato?Tenente Silva – Eu fui parar na igreja. Dormi lá vários meses. Um sacristão quando viu minha estrutura física, sujo, uma roupa só, chinelo, me botou para correr da igreja. Ele era uma pessoa boa, só me expulsou porque era o papel dele. Era por volta de uma hora da manhã. Eu não tinha o que fazer, encontrei o cemitério da cidade. Cheguei lá e falei com o vigia. Eu disse: “Rapaz, eu estava lá na igreja e o sacristão me botou para correr”. Ele disse: “Se você quiser dormir aqui… Você não é ‘malino’, não?” Eu disse: “Sou não”. “E seu pai?”. “Meu pai mora no Baixio das Palmeiras”. “E se ele vier lhe buscar?”. “Se ele vier me buscar, eu vou”. Mas eu disse isso que era pra ele deixar eu dormir. Ele disse: “inclusive morreu uma pessoa aqui, faz dois dias, está bem fresquinho. Eu saía pra rua, pedir esmolas. Voltava para dormir. Menino criado no ‘mei’ dos matos não tem medo de nada. Eu tenho medo é hoje.



OP – O que a rua lhe ensinou?Tenente Silva – Aprendi a lavar o carro, comecei a pegar carrego, que são pessoas que colocam 50 quilos na cabeça. Ia para a feira, colocava um balaio na cabeça e as madames iam só pegando. Arroz? Na cabeça. Feijão? Na minha cabeça. (Entregava) Longe, dois, três quilômetros. Depois voltava correndo, para pegar outro carrego. Então, dia de segunda-feira, eu tinha um dinheirinho para comer por dois dias. Quando chovia, eu ficava debaixo dos alpendres. E quando era chuva de vento, eu não dormia, ficava de pé. 



OP – O seu pai foi lhe procurar?Tenente Silva – Foi, mas não encontrou, não. Quando ele estava na cidade, eu me escondia. Eu não queria encontrá-los. Em dias de feira, na segunda, eles iam para o Crato, mas eu estava sujo. tinha vergonha. Eu me escondia, os via de longe e só aparecia de novo quando eles iam embora. 




OP – O senhor criou o apelido no cemitério de “Já Morreu”?Tenente Silva – Porque eu era muito sujo e “maguim” demais. Não sabia o que era tomar banho, escovar a boca. Eu lavava só o rosto e os pés e com a mesma roupa, passava a semana. Para lavar, eu ia lá para um canal e tirava a camiseta e bermuda, e ficava só com a cueca. Não lavava a cueca porque era muito tempo para enxugar. Às vezes, eu vestia (a roupa) molhada mesmo. Quando era à noite, eu estava com as minhas partes íntimas tudo vermelha, de assada. De semana é que eu ia tomar banho em postos de gasolina.



OP – Como foi a experiência de trabalhar de gari no Crato?Tenente Silva – Eu pegando “bigu” nos caminhões de lixo, menino saliente. Eu peguei o apelido de Zé Gobira, porque era uma pessoa muito saliente, muito andador. Foi um dos motoristas de caminhão (de lixo) que ofereceu o emprego. Eu tinha uns 12 anos. Morei na rua dos 7 aos 19 anos na rua. E dormia dentro da garagem do caminhão. Eu acordava no meio da noite, com as minhas partes íntimas cheias de barata. Eu trabalhava durante o dia e, na hora que eu saía do trabalho, não podia lavar a roupa e dormir com ela molhada. Ia ficar nu onde, na prefeitura? Naquela época, não tinha farda. Depois, saí da prefeitura e voltei ao convívio das ruas, para pedir esmolas.


OP – E porque o senhor saiu do emprego de gari?


Tenente Silva – Porque eu abusei, era muito menino, não tinha juízo. Voltei a dormir no cemitério e fui ser engraxate.



OP – O senhor, quando fugiu de casa, não levou documentos?

Tenente Silva – Eu não tinha documento nenhum. A primeira vez que eu tirei um documento foi em 1974 (tinha 18 anos). Uma senhora me ofereceu para me ajudar, porque eu sabia que o meu nome era só José. Eu disse que o nome do meu pai era Antônio Gonçalves. Ela disse que ia colocar José Gonçalves da Silva.



OP – E de onde vem o Silva?

Tenente Silva – Silva é um nome fictício que botaram. Porque o nome da minha mãe era Maria Rita da Conceição. 


OP – O senhor disse que foi engraxate do Patativa do Assaré e do Luiz Gonzaga. Como foi o primeiro contato com eles?Tenente Silva – Eu perguntei para o Luiz Gonzaga se ele queria engraxar os sapatos. Aí o Patativa chegou. Eles eram muito amigos.“Esse menino sabe engraxar, seu Luiz?”, perguntou o Patativa. “Vamos testar se ele sabe”, foi a resposta. Eles gostaram tanto que toda vida que eles iam ao Crato, eu engraxava os sapatos deles. 


OP – O senhor poderia ter enveredado por um caminho totalmente diferente. O que motivou o senhor a seguir esse caminho?


Tenente Silva – Deus me disse, em oração, que o cidadão tinha que construir a própria vida, com a ajuda de Deus. 


OP – O senhor fala sempre do preconceito. O senhor viveu alguma situação onde esse preconceito ficou mais evidente?Tenente Silva – Uma vez, quando eu trabalhava no hotel, no Crato, eu saí do emprego para trabalhar numa empresa de táxi. Na semana seguinte, assaltaram o hotel e a primeira pessoa acusada: eu, que tinha acabado de sair. Mas não fui eu que roubei. Fui preso, apanhei na delegacia. Eu pedi muito a Deus que aparecesse quem roubou, e Ele me atendeu. Aí o ladrão apareceu, confessou, mas aí eu já tinha apanhado, não tinha como tirar a peia. Depois a mulher que foi roubada foi me pedir desculpas. Ainda hoje ela chora quando me vê, de arrependimento. Tudo isso eu acho que é a cor. Não tiro da minha cabeça, ainda hoje. 


OP – E quando o senhor veio para Fortaleza, veio desamparado?


Tenente Silva – Não, eu já vim empregado. Recebi o convite para trabalhar na empresa de ônibus Timbira. Um conhecido tinha um concunhado na empresa de ônibus e queria me levar para lá. Mas eu disse que não sabia ler nem escrever. Ele disse que me ajudava. Eu tinha 22 anos. Comprou a passagem de ônibus, me apresentou ao dono, doutor Manuelito Azevedo, que hoje está em um bom lugar. Ele me acolheu e eu passei a dormir no alojamento. Tinha muitos trabalhadores do Interior. Ele me indicou no colégio onde eu ia estudar, fiz a quarta e a quinta série nesse colégio, o Deocléssio Ferro, no Parque Araxá. Eu não pagava, porque a dona da escola sabia da minha situação e não cobrava nada. Passei dois anos trabalhando como cobrador. Foi ali que eu aprendi a ler e a escrever, a fazer conta. Aí surgiu o concurso da PM, em 1979, que exigia só a quinta série. Eu fiz e, graças a Deus, passei. E fui fazer o curso. Passei seis meses morando aqui nesse local onde estou conversando com você (Colégio da Polícia Militar). Aqui antigamente era o quartel. Depois fui selecionado para a academia militar, em 1980.



OP – Já conhecia sua ex-mulher nessa época?

Tenente Silva – Não, ainda não. A gente se conheceu quando ela estava passando em frente à minha casa, para o colégio, lá no (bairro) Antônio Bezerra. O nome dela é Graça. Chamei ela para conversar logo comigo e não deu duas horas e a gente já estava namorando. Não deu três meses e a gente já estava casando. A gente casou com ela grávida. Eu estava apressado porque queria construir uma família. Encomendei logo uma criança. 


OP – O senhor chegou a reencontrar seus parentes?Tenente Silva – Logo em seguida ao casamento, resolvi voltar ao Crato. Foi um momento muito emocionante. Encontrei primeiro o meu irmão mais velho. Fiz o retorno, a pé pelo mesmo caminho de mais de 40 anos atrás, só que agora fardado. Eles se admiraram, ficaram felizes. Disseram: “José, você estava perdido?”. E eu: “Era, mas agora eu me achei”. A comunidade do distrito soube que eu estava lá e foi todo mundo me visitar. Foi importante fazer o mesmo caminho, porque eu fui passando e as pessoas foram me reconhecendo. “Tu é o Zé de Pioí (nome que chamavam o pai do Tenente)”.


OP – O senhor se considera um vencedor?


Tenente Silva – Não, ainda não. Falta Deus, pra dar a minha vitória, porque a vitória quem vai dar é Ele. Não posso dizer a você que sou um vencedor. Ainda estou vencendo. Estou aqui porque ele me levantou da queda que levei. Porque a queda foi grande, pra eu me levantar, foi difícil. Poderá, a qualquer hora, eu cair novamente. Não quero nunca que crianças que vivem no mundo por aí passe pelo o que eu passei. O exemplo de vida que eu tenho para dar. Acho que pouquíssimas pessoas tiveram o que eu recebi de mal, para dar de bem as pessoas. Porque, perdi os pais aos 7 anos de idade e hoje sou essa pessoa que você está vendo aqui (se emociona). Era como se meu pai tivesse morrido, porque eu não tive mais o seu convívio. Muitos fariam mal se tivessem passado pelo o que eu passei.



OP – Mas como o senhor veio parar aqui no Colégio da Polícia Militar?

Tenente Silva – Eu saí Oficial da Polícia, em 2004, aí o comandante geral, que já me conhecia, me indicou para trabalhar no Colégio da Polícia Militar. Eu fui trabalhar coordenando a merenda escolar, por dois anos. Eu gostei muito e me surpreendi com essa facilidade que eu tive em lidar com criança. Hoje sou coordenador disciplinar do Ensino Fundamental I. Eu conheço cada um desses meninos aqui (aponta para o quadro, na parede, com fotos dos alunos) e com certeza eles me conhecem e gostam de mim. Que continuem obedecendo as mães e os pais. Porque mesmo eu não obedecendo, porque não tive, obedeci as pessoas que me ajudaram.
OP – O senhor guarda alguma mágoa de alguém?


Tenente Silva – Guardo não. Porque a mágoa é uma doença. Você acaba tratando as pessoas como elas não merecem. Só guardo alegria. Porque as dificuldades me fortaleceram. Porque a dor só me ensinou a dar valor as coisas boas. Cada uma das pessoas que eu encontrei que me fizeram mal, eu rezo por elas.


OP – Por que o senhor resolveu fazer faculdade de História?Tenente Silva – Porque minha vida sempre foi uma história (risos). E aqui, trabalhando com criança, eu vi que poderia somar na formação dela. Eu disse: “Rapaz, eu vou estudar também”. Fui fazer vestibular para história, passei. E vim estudar no próprio colégio onde eu trabalho (o tenente é formado em História, pela Universidade do Vale do Acaraú (UVA), que ministra aulas no Colégio da Polícia Militar). Passei de professor a aluno. 


OP – O que levou o senhor, menino criado solto, na rua, a fazer o concurso para a PM, uma instituição com tanta disciplina, com regras rígidas?


Tenente Silva – Eu acho que é um dom entrar para a Polícia. Eu escolhi pelo meu passado. Resolvi dar a minha contribuição como cidadão.



OP – O senhor pensa em lecionar?

Tenente Silva – Pretendo sim, mas no momento, estou construindo a vida militar. 


OP – O que falta ainda o senhor conseguir?

Tenente Silva – Eu não duvido dos milagres que Deus ainda pode fazer na minha vida.

A entrevista aconteceu numa manhã de terça-feira, na sala do Tenente Silva, no Colégio da Polícia Militar do Ceará, na avenida Mister Hull, no bairro Padre Andrade.


O tenente Silva é o coordenador disciplinar das turmas do ensino fundamental I (1º ao 5º ano).Durante a entrevista, alguns alunos estavam no colégio e foram até a sala para cumprimentar o tenente. 


O tenente Silva é coordenador de um time de futebol no bairro Antônio Bezerra. É o Grêmio Recreativo de Antônio Bezerra (Grab), que promove campeonatos e tem seus “rachas” às quartas-feiras. 


O tenente Silva tem três filhas: Gracilene, 29, Gracilane, 26 e Graciliane, 23. E quatro netas.


Na sala do tenente Silva, há uma réplica da placa de formatura do curso de História, da UVA. O oficial pretende entregá-la de presente ao homem que lhe arrumou o emprego como cobrador de ônibus. “Se ele não tivesse me arranjado esse emprego, eu hoje não seria militar”. 


Durante a entrevista, o Tenente Silva se emocionou duas vezes. A primeira, quando contou como foi a primeira vez quando reencontrou seus irmãos. A segunda, quando relembra que perdeu o pai quando saiu de casa.


Todos os dias, o tenente Silva chega no Colégio da Polícia Militar do Ceará às 6h20min, se apresenta ao comandante, reúne os alunos na quadra da escola e, juntos, cantam o hino nacional. Em seguida, o tenente dá os avisos do colégio.
Fonte: O POVO

 
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Publicado por em 25 de janeiro de 2012 em policia

 

VEJA FOTOS DE UM SOLDADO FUZILEIRO ESFAQUEADO NAS COSTAS.

O militar da foto, que levou esta facada nas costas, é um soldado do Corpo de Fuzileiros Navais, lotado na Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador ( Batalhão paysandu ).
Segundo, o mesmo em um “ato heróico”, “conseguiu impedir” o roubo de seu fuzil, um modelo M16 calibre 5.56mm, ao ser “esfaqueado” por um colega de farda, cabo fuzileiro naval, que diga-se de passagem, era um viciado em drogas, e estava devendo traficantes da favela da Pixúnas, na Ilha do Governador, no Rio de janeiro.Em julgamento  no Tribunal Militar, o acusado cabo foi expulso e posteriormente sentenciado a nove anos de prisão, no Presídio Militar, na Ilha das Cobras, Rio de Janeiro.
Tal fato ocorreu, no ano de 2004, onde mesmo com a faca cravada nas costas e cair de uma altura de 2,5 metros, o militar conseguiu avisar um outro militar que passava ao lado do seu posto e “fechar o cerco” ao “cabo ladrão”, onde minutos depois, o mesmo foi preso.
O militar esfaqueado escapou, além de seu “ato de coragem”, acabou sendo condecorado com uma medalha pelo então ministro da defesa na época, José Alencar, e hoje o mesmo é cabo fuzileiro naval.
 MAIS FOTOS 
 


Fotos: Mortal e Curioso
Agradeimentos ao Lekão, leitor do blog.
 
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Publicado por em 24 de janeiro de 2012 em policia

 

PRESO MORRE DURANTE TENTATIVA DE FULGA NA CADEIA PÚBLICA DE CANINDÉ-CE

Um preso morreu durante uma tentativa de fuga da cadeia pública de Canindé, a 120,2 quilômetros de Fortaleza, na tarde da última segunda-feira, 23. Seis detentos conseguiram fugir, que são:
De acordo com o Comando de Policiamento do Interior (CPI), o detento Francisco Anderson Santos Miguel teria sido morto durante um confronto com a Polícia. Segundo o CPI, ele teria sido alvejado por um tiro, que atingiu a perna na artéria femural.


A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu ao ferimento e morreu. Os outros seis detentos continuam foragidos.



Fotos: Cnindé Notícias
Texto: O Povo
CAMOCIM POLÍCIA 24hs
 
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Publicado por em 24 de janeiro de 2012 em policia

 

POLICIAL REAGE E MATA ASSALTANTE.

A tentativa de assalto contra um inspetor da Polícia Civil ocorreu na Avenida Alberto Sá, no bairro Papicu.
Uma tentativa de assalto do tipo ´saidinha´ bancária contra um policial civil, durante a tarde de ontem, no bairro Papicu, terminou com um assaltante morto. O inspetor G. (identidade preservada), lotado no 9º DP (Vicente Pinzón), foi abordado quando chegava a uma agência lotérica, na Avenida Alberto Sá. Houve tiroteio Um dos ladrões morreu e o outro conseguiu fugir.

Após o fato, o policial civil se apresentou no 9º DP, prestou depoimento, e foi liberado. O inspetor contou que havia saído de uma agência do banco Itaú, situada na Avenida Washington Soares. Após deixar o banco, ele se dirigiu a uma lotérica com o objetivo de realizar um depósito. Durante o trajeto, suspeitou que estava sendo seguido por dois homens, mas a confirmação só veio quando ele parou seu veículo na agência.
Armado com um revólver de calibre 38, o assaltante, identificado posteriormente, como Diego Julião da Silva, 19, anunciou o roubo antes do policial descer do carro.
De acordo com o tenente PM Marcus Vinicius Uchoa, da 1ª Companhia do 8º BPM (Aldeota), ao perceber que se tratava de um policial, o assaltante passou a atirar contra a vítima. Os três disparos atingiram o painel do Fox preto do inspetor.

Reagiu
G. reagiu e acertou dois tiros no acusado, sendo um na coxa direita e outro no peito. Com receio de ser atingido pelo comparsa de Diego Silva, o policial civil desceu pela porta do passageiro e se refugiou atrás do veículo. Contudo, o segundo acusado fugiu de moto em direção a Avenida Dolor Barreira.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para o local, mas o assaltante já estava morto. Parentes do acusado estiveram no local e informaram aos policiais militares que ele morava no Conjunto Tasso Jereissati, no Tancredo Neves. Disseram também que ele já havia sido preso duas vezes por roubo.

O perito Luís Rodrigues, da Coordenadoria de Criminalística (CC), da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), examinou o veículo do policial civil e o cadáver, confirmando apenas duas perfurações no corpo do assaltante.

Inspetores do 15º DP (Cidade 2000) iniciaram as investigações com o objetivo de localizar o comparsa de Diego. Além de policiais civis, patrulhas do Ronda do Quarteirão e do Policiamento Ostensivo Geral (POG), da 1ª Cia/8º BPM, realizaram diligências nos bairros Vicente Pinzón, Castelo Encantado, Praia do Futuro, Mucuripe e no Tancredo Neves, mas até a noite de ontem, o segundo acusado não havia sido capturado.

Fonte: DN
CAMOCIM POLÍCIA 24hs
 
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Publicado por em 24 de janeiro de 2012 em policia

 

MAIS DOIS BANDIDOS MORTOS EM CONFRONTO COM A POLÍCIA.

Uma operação conjunta envolvendo uma viatura com “Quatro Policiais” do Destacamento da cidade de Baraúna e uma guarnição, com “Cinco Policiais” do Grupo Tático Operacional, GTO de Mossoró, na manhã, sábado 21 de Janeiro de 2012, termina com dois indivíduos mortos.
Há dois meses que o comando do policiamento da cidade vinha recebendo denuncia por parte de moradores, do constante movimento de trafico de drogas e ameaças de mortes na Rua Professor Amauri Ribeiro, a conhecida “Rua da Vara” no centro da cidade. Semana passada dois policiais lotados na cidade receberam o comunicado que iriam morrer a qualquer momento. As ameaças partiam de uma pessoa conhecida como “Junior Bandido”, que era natural da cidade de Baraúna, mas vivia em constante peregrinação entre o Estado do Ceará/Baraúna/Mossoró.
Os militares receberam a informação que “Junior Bandido” havia chegado à “Rua da Vara” e que estaria reunido com um grupo planejando as ações, dentro de uma residência, na manhã de hoje. 
 
 

O comandante do policiamento pediu reforço a Central de Operações em Mossoró. Uma guarnição do GTO foi enviada e, juntamente com os policias da cidade montaram um cerco na residência apontado como sendo o local onde o grupo estava reunido. Os indivíduos efetuaram vários disparos de escopeta calibre 12, contra os policiais e tentaram se refugiar dentro de um matagal nos fundos da residência.

Os policiais revidaram a ação e balearam dois indivíduos que ainda chegaram a ser conduzidos para o hospital de cidade, mas já chegaram sem vida à unidade Hospitalar. Os outros quatro elementos, todos com passagem pela policia conseguiram escapar.
Francisco das Chagas Pereira, “Chaguinha” do bairro Santa Helena, 39 anos de idade, morreu no confronto. Segundo informações “Chaguinha” Trabalhava como cobrador de “Junior Bandido”. A policia encontrou um caderno com anotações e acredita que era usado para a contabilidade do trafico. 

 

 

Francisco Acelino Barbosa Junior “Júnior bandido”, 26 anos de idade também foi morto no confronto. O mesmo era acusado por homicídios, varias tentativas e tráfico de drogas em Mossoró, Baraúna e até no Estado de Ceará. Aqui em Mossoró o ponto base de “Junior” era o bairro Ouro Negro, onde o mesmo se refugiava.

Os policiais encontraram com os dois indivíduos mortos, Duas escopetas calibre 12, uma delas de repetição com capacidade para sete cartuchos. 10 Cartuchos de 12 intactos e oito deflagrados. Uma pistola 380 municiada e com dois carregadores e 11 munições intactas. Cerca de 700 gramas de maconha, 30 gramas de crack, uma balança de precisão, um radio comunicado tipo Ht, usado para monitorar a freqüência de radio da policia. Uma das armas foi usada ao ponto de explodir o final do cano. 

 
 

Uma viatura da Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas, Rocam, foi ao local da ocorrência, com um oficial da policia militar, mas apenas para oferecer apoio aos companheiros envolvidos na operação e colher informações que serão repassadas ao comando do 12º Batalhão.
O Tenente Luiz Almeida, Comandante do Policiamento da cidade acredita e espera que com a morte dos dois acusados, o numero de crimes e o trafico de droga na cidade de Baraúna, diminua. 

 
 

Fonte e fotos: O CÂMERA

CAMOCIM POLÍCIA 24hs
 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2012 em policia

 

MULHER É PRESA ACUSADA DE ROUBAR E ABUSAR SEXUALMENTE DE HOMEM.

Uma mulher do estado norte-americano de Utah é acusada de seqüestrar, roubar e abusar sexualmente de um homem durante um encontro, segundo o site ´Smoking Gun´ nos Estados Unidos.
Savannah ´Bambam´ Rios, de 24 anos, foi presa após a vítima, identificada apenas pelas iniciais G.A., denunciar à polícia que ela havia roubado alguns dos seus pertences.
G.A. relatou ter encontrado Rios em Salt Lake City, nos fundos de uma casa.

Após chegar ao local, o homem disse ter sido ameaçado com uma faca pela mulher, que o estapeou várias vezes e perguntou: ´Você quer morrer?´De acordo com a investigação, Rios ordenou que G.A. tirasse a roupa, pegou o cinto dele e o atingiu várias vezes, principalmente nas suas mãos e testículos.
Após ´implorar por sua vida´, o homem contou à polícia que Rios permitiu que ele se vestisse e o fez dirigir até a casa dele, onde roubou um DVD player, uma câmera e telefones. 

Após isso, a mulher o levou até um caixa eletrônico e o obrigou a fazer um saque. Mas, segundo o relato da vítima, ele escapou e ´correu até o posto policial mais próximo´.
Rios, que ainda estava no veículo quando os policiais chegaram, está presa numa delegacia de Salt Lake City. Sua fiança foi fixada em US$ 100 mil (cerca de R$ 176 mil). Os documentos policiais não explicam por que Rios tem o apelido ´Bambam´, segundo o ´Smoking Gun´.
Fonte: UOL
CAMOCIM POLÍOCIA 24hs
 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2012 em policia

 
 
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